O município de Porto Alegre registrou o primeiro caso de Mpox em 2026, conforme informado pela Vigilância Epidemiológica local. Segundo as autoridades de saúde, a infecção foi adquirida fora da cidade.
No ano passado, a capital gaúcha contabilizou 11 ocorrências da doença, provocada por um vírus pertencente à mesma família da varíola. Com a nova confirmação, a prefeitura reforçou medidas de prevenção, especialmente diante do período de Carnaval, quando há maior circulação de pessoas e contato próximo entre foliões.
As orientações destacam que a transmissão acontece, principalmente, por contato direto com lesões na pele de pessoas infectadas, além do contato com secreções respiratórias e saliva. Por isso, é importante observar o surgimento de bolhas ou feridas suspeitas e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas.
As autoridades também recomendam evitar contato físico ou íntimo com pessoas que tenham lesões visíveis, manter a higiene frequente das mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal e utilizar máscara em situações necessárias.
Entre os sinais mais comuns da doença estão febre, dor de cabeça, dores musculares, sensação de cansaço e aumento dos gânglios linfáticos, que podem ser seguidos pelo aparecimento de lesões na pele. A orientação é buscar assistência em uma unidade de saúde ao perceber qualquer sintoma compatível.
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