Novos detalhes sobre a morte da empresária Flávia Barros dos Santos, de 38 anos, estão sendo investigados pela polícia. O crime ocorreu no último dia 22 de março, em Aracaju.
De acordo com informações apuradas, o primeiro contato entre a vítima e o principal suspeito, o policial penal Tiago Miranda de Matos, de 37 anos, aconteceu durante uma palestra sobre feminicídio. O evento foi realizado em uma instituição de ensino na cidade de Paulo Afonso, onde Flávia estudava.
A empresária foi encontrada morta dentro de um hotel na capital sergipana. Segundo a perícia, ela foi atingida por disparos de arma de fogo feitos a curta distância, alguns deles com a arma encostada em sua cabeça.
As investigações apontam que Flávia havia decidido encerrar o relacionamento após episódios de ameaças. No entanto, após pedidos de desculpas, o casal teria reatado.
Após o crime, o suspeito, que exercia função de direção no presídio regional de Paulo Afonso, foi exonerado do cargo. Ainda conforme a polícia, ele tentou tirar a própria vida logo depois do ocorrido, sendo socorrido e encaminhado a uma unidade de saúde.
Após receber alta, Tiago Miranda foi levado para um presídio militar em Aracaju, onde permanece sob custódia e à disposição da Justiça.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias do crime
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