O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (31) a saída de ministros do governo federal, durante reunião no Palácio do Planalto. A medida atende à legislação eleitoral, que exige o afastamento de integrantes do Executivo que pretendem disputar eleições.
Segundo Lula, pelo menos 14 ministros deixam os cargos neste período, enquanto outros ainda avaliam se permanecerão nas funções. Novas mudanças podem ser confirmadas nos próximos dias.
O presidente também confirmou que o vice-presidente Geraldo Alckmin será candidato a vice em sua chapa na disputa pela reeleição. Para isso, ele deixará o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Entre os ministros que deixam o governo para disputar cargos eletivos estão: Renan Filho, que deve concorrer ao governo de Alagoas; Rui Costa, que deve disputar o Senado pela Bahia; Gleisi Hoffmann, que deve disputar o Senado pelo Paraná; Simone Tebet, que deve disputar o Senado por São Paulo; Marina Silva, que também deve disputar o Senado por São Paulo; André Fufuca, que deve disputar o Senado pelo Maranhão; Carlos Fávaro, que deve disputar o Senado por Mato Grosso; Waldez Góes, que deve disputar o Senado pelo Amapá; Sílvio Costa Filho, que deve disputar vaga na Câmara dos Deputados por Pernambuco; Paulo Teixeira, que deve disputar vaga na Câmara por São Paulo; Anielle Franco, que deve disputar vaga na Câmara pelo Rio de Janeiro; Sônia Guajajara, que deve disputar vaga na Câmara por São Paulo; e Macaé Evaristo, que deve disputar cargo legislativo em Minas Gerais.
O ministro Camilo Santana deve atuar no apoio à campanha eleitoral, enquanto Sidônio Palmeira deve deixar o cargo posteriormente para integrar a equipe de campanha.
Ainda não definiram se deixam os cargos os ministros Wolney Queiroz, Luciana Santos, Alexandre Silveira e Márcio França.
Lula afirmou que pretende manter a continuidade das ações do governo, com substituições feitas por integrantes das próprias equipes ministeriais, evitando mudanças bruscas na condução dos projetos.
Durante o encontro, o presidente também defendeu maior compromisso e seriedade na atuação política.
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