A comprovação de vida exigida para aposentados e pensionistas do INSS passou a ser feita de forma automática em 2026. A nova regra transfere ao próprio instituto a responsabilidade de verificar se o beneficiário está ativo, sem necessidade de comparecimento presencial apenas para esse fim.
O processo é realizado a partir do cruzamento de dados em bases públicas. Informações geradas em atividades rotineiras, como uso de serviços de saúde, atualização de documentos ou registro biométrico, podem ser utilizadas para confirmar a situação do segurado.
Mesmo com a mudança, o acompanhamento continua sendo importante. Caso o sistema não consiga validar a prova de vida, o beneficiário será avisado e precisará regularizar a situação dentro do prazo estabelecido.
A atualização poderá ser feita digitalmente, por meio do aplicativo Meu INSS, ou presencialmente, dependendo da orientação recebida. Se não houver resposta dentro de 60 dias, o pagamento pode ser interrompido. Após esse período, a suspensão do benefício também pode ocorrer.
O INSS reforça que não entra em contato solicitando senhas, fotos de documentos ou dados bancários por mensagens. A recomendação é sempre verificar informações nos canais oficiais, como o site da instituição ou o telefone 135.
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