A busca por procedimentos estéticos menos invasivos tem crescido nos últimos anos. Entre as alternativas que vêm ganhando espaço está a otomodelação, técnica que propõe corrigir o aspecto conhecido como “orelha de abano” sem a necessidade de cirurgia tradicional.
O método consiste na remodelação da orelha por meio de um procedimento minimamente invasivo, realizado em ambiente clínico. O objetivo é reposicionar ou ajustar o formato das orelhas que se projetam mais para fora da cabeça, condição que pode causar desconforto estético em algumas pessoas.
De acordo com a esteticista e cosmetóloga Dra. Taise Janaína, a técnica pode ser realizada em consultório e costuma ter duração média entre **uma hora e meia e duas horas**. Segundo a especialista, a otomodelação é apresentada como uma alternativa para quem deseja melhorar o contorno das orelhas sem recorrer a uma intervenção cirúrgica.
Além da questão estética, o formato das orelhas também pode influenciar aspectos emocionais. Crianças e adolescentes, por exemplo, podem enfrentar comentários ou bullying relacionados à aparência, o que pode afetar a autoestima.
Por esse motivo, procedimentos voltados à correção do formato das orelhas têm sido procurados por pacientes que buscam melhorar a relação com a própria imagem. Especialistas destacam, no entanto, que cada caso deve ser avaliado individualmente.
A Dra. Taise Janaína reforça que qualquer procedimento estético deve ser realizado após avaliação profissional, em ambiente adequado e por profissionais qualificados, garantindo segurança e orientação correta ao paciente.
Profissionais da área de saúde também ressaltam que é importante que o paciente receba informações claras sobre benefícios, limitações e possíveis riscos, para que a decisão seja tomada de forma consciente e responsável.
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