Os três acusados pela morte da cantora gospel Sara Freitas foram condenados após julgamento em júri popular realizado nesta quarta-feira (25). As penas foram definidas em regime fechado e somam mais de 90 anos de prisão.
Apontado como mandante, o ex-marido da vítima, Ederlan Santos Mariano, recebeu pena de 34 anos. Já Weslen Pablo Correia de Jesus foi condenado a 28 anos, enquanto Victor Gabriel Oliveira Neves recebeu pena de 33 anos.
Segundo as investigações, Weslen teria sido o responsável por desferir os golpes de faca, enquanto a vítima era contida por Victor. O crime foi classificado como feminicídio qualificado, com agravantes como motivo torpe, uso de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima, além dos crimes de ocultação de cadáver e associação criminosa.
Um quarto envolvido no caso, Gideão Duarte de Lima, já havia sido julgado anteriormente. Ele foi condenado a mais de 20 anos de prisão por participação no crime, após atrair a cantora até o local onde ocorreu a emboscada.
O assassinato ocorreu em outubro de 2023. A cantora ficou desaparecida por quatro dias e foi encontrada morta às margens da BA-093, no município de Dias d’Ávila. De acordo com a perícia, a vítima foi atingida por mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado.
O caso teve grande repercussão e é considerado um dos mais graves episódios de violência contra a mulher registrados recentemente no estado.
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